Repasse da Reunião Ordinária da Comissão de Graduação de 16 de maio
No começo da reunião, foi batido o martelo sobre duas disciplinas que estão para serem oferecidas no próximo semestre: disciplina de TCC (trabalho de conclusão de curso) para o bacharelado e a disciplina 4300414 Aprendendo física enfrentando problemas em aberto. A disciplina TCC não obtive muitos detalhes mas ela só terá créditos trabalho, então não conta como créditos eletivos, e foi criada pensando em alunos que vão para o exterior e precisa ter feito um trabalho de conclusão de curso. A disciplina “Aprendendo física enfrentando problemas em aberto” é para os alunos que querem participar da equipe dp BPT (brazilian physics tournament) do IFUSP, com intensão de ter créditos extensionistas nessa disciplina. Vale ressaltar que quem já cursou a disciplina antes de ter os créditos extensionistas vai recebê-los retroativamente.
De algumas mudanças burocráticas, temos que o representante do DFMA (departamento de física matemática) mudou do prof. João Barata para o professor Oscar Éboli, isso ocorreu pois uma das chapas que vai concorrer para a CG (comissão de graduação) – que vai mudar de diretoria – é com o prof. Oscar Éboli e prof. Alexandre Suaide como presidente e vice-presidente, respectivamente.
Em seguida houve uma rápida votação para aprovar a reforma do PPP (projeto político pedagógico) do bacharelado. Como a grande maioria dos membros da CG participaram do GT-PPP (grupo de trabalho dos docentes para a reforma do PPP), a aprovação foi imediata sem muitas delongas. Assim, já foi diretamente encaminhado para a Congregação. Para que o GT-PPP continue, é importante que a CoC-bach (comissão organizadora do curso do bacharelado) veja que é pertinente, visto que foi nessa comissão que começou a iniciativa. Vale também ressaltar que para termos algo similiar na licenciatura, é importante levar isso para as reuniões da CoC-lic.
Uma das consequências da reforma do PPP é a criação de uma nova disciplina de computação oferecida pelo IFUSP; tal disciplina irá substituir a disciplina de computação (conhecida como MAC0115) oferecida pelo IME. Assim, o professor André Vieira, que irá criar a disciplina, perguntou se seria possível ter isenção de carga para o primeiro semestre de 2026 pensando que ele deverá passá-lo escrevendo todo o material para essa nova disciplina. Assim, houve uma discussão se é possível ter dispensa da carga para poder preparar uma disciplina nova; essa discussão ainda deve ser levada para a congregação, muito possivelmente.
Triz Persoli é vice presidente do Cefisma e Representante discente junto a Comissão de Graduação desde 2024
Repasse da Reunião Ordinária do Conselho Técnico Administrativo de 12 de junho
O professor Eric de Castro Andrade foi afastado por um mês para atuar na Technische Universität Dresden, na Alemanha. A professora Barbara Lopes Amaral também se afastou por um período de um ano para colaboração com o Departamento de Química da Universidade de Toronto, no Canadá, sendo prevista a possibilidade de prorrogação do afastamento no próximo ano em razão de uma recente premiação internacional recebida (relacionada ao prêmio Curie). A professora Nathalia Beretta Tomazio iniciou afastamento de um ano para desenvolver atividades científicas no Leibniz Institute of Photonic Technology, em Jena, também na Alemanha.
Devido a aposentadoria do professor Paulo Artaxo, a professora Luciana Rizzo assumiu a coordenação da Central Multiusuários de Ciências Atmosféricas. Além disso, os professores Gustavo Dalpian e Valmir Chitta passaram a integrar o corpo de credenciados da CERT.
Foi anunciada a celebração de um novo convênio entre o IFUSP e a empresa Químicos e Soluções Sustentáveis do Brasil, com apoio do professor Cristiano. Como desdobramento futuro, serão oferecidos workshops e minicursos de extensão voltados à área de cosméticos.
A reitoria aprovou integralmente a solicitação de R$ 4,3 milhões feita pelo IFUSP para obras e aquisição de bens, incluindo equipamentos para física moderna, mobiliário para auditórios, aplicação de brise soleil, compra de notebooks e armários para a disciplina de física computacional, além da reforma do Show da Física. A licitação de dois laboratórios no térreo já foi aprovada (sendo um deles o laboratório de dosimetria da física médica), e a reforma do primeiro andar está prevista para começar em agosto.
Foi informado que o plano diretor da universidade contempla a criação de comissões dedicadas à redução de carbono, com o objetivo de orientar a infraestrutura institucional pelos próximos dez anos. Um grupo de trabalho (GT) já está em operação.
Estuda-se ainda a criação de uma nova área de Física Aplicada para a pós-graduação. A disciplina Física 4 será ministrada pelo professor Toninho Figueiredo ou por turma da Poli. Há grande dificuldade na alocação de docentes para o período noturno, dada a crescente saída de professores para o exterior, somado à falta de contratação de professores. Como solução, foi sugerida a redução da carga didática de seis para três horas semanais para os professores do noturno, permitindo o compartilhamento de turmas entre dois docentes.
Entre 66 e 68 bolsas PAE foram solicitadas. Caso a reitoria não cubra integralmente os valores, o IFUSP poderá arcar com os custos.
Foi também relatado que três estudantes de mestrado quase foram desligados devido a falhas de comunicação com a secretaria da CPG, o que reflete os impactos da redução de pessoal e da adesão à FUSP.
O SIICUSP 2025 ocorrerá nos dias 20 e 21 de outubro, coincidindo com as semanas acadêmicas. Este ano, o evento contará apenas com apresentações em formato de pôster, não havendo sessões orais.
A reitoria aprovou a criação de oito novas vagas MS-3 (Professor Doutor) para o IFUSP.
Por fim, foram divulgadas as portarias a respeito da concessão de bolsas para o vínculo de trabalho com o CNPEM, para formação acadêmica, para formação em gestão, apoio a novos docentes, cursos de língua estrangeira, entre outros, sendo de livre acesso:
Portaria GR nº 8849, de 28.05.25
Concessão de 40 bolsas de Doutorado (R$ 5.520/mês) e 20 de Pós-Doutorado (R$ 12.000/mês), por até 24 meses, prorrogáveis, para projetos conjuntos com o CNPEM em áreas de interesse comum. A seleção será feita por editais públicos, com base no mérito do projeto, contribuição científica e experiência do candidato. As bolsas são exclusivas para estudantes regularmente matriculados na USP ou admitidos em seu Programa de Pós-Doutorado, sem possibilidade de acúmulo com outras bolsas. A iniciativa visa fortalecer a cooperação científica entre USP e CNPEM, e não gera vínculo empregatício.
– A diretora comentou que as bolsas podem ser usadas como valor de bolsa RI (multiusuário, etc.)
– O edital saiu dia 24/06/25, e permanece durante 30 dias para os docentes submeterem projetos, com cada docente podendo ter até 3 bolsas
Portaria GR nº 8850, de 28.05.25
Conceção de até 24 bolsas no âmbito do Programa de Formação em Gestão Acadêmica de Projetos de Pesquisa, criado pela Resolução CoPI nº 8310/2022. Cada bolsa terá o valor mensal de R$ 8.479,20, com duração de 12 meses e possibilidade de prorrogação por mais 12 meses, conforme interesse da administração e disponibilidade de recursos. As regras e obrigações dos bolsistas serão definidas em edital da Pró-Reitoria de Pesquisa e Inovação e formalizadas por Termo de Outorga. A seleção incluirá, no mínimo, análise de currículo e entrevista, sendo exigida experiência na área do projeto de atuação.
Portaria GR nº 8852, de 28.05.25
Até dezembro de 2027, serão concedidas até 20 bolsas no âmbito do Programa de Formação em Gestão Acadêmica da Inovação e Empreendedorismo, instituído pela Resolução CoPI nº 8484/2023. Cada bolsa terá o valor mensal de R$ 8.479,20, com duração de 12 meses, podendo ser prorrogada uma única vez por igual período, conforme interesse da administração e disponibilidade de recursos. As regras e obrigações dos bolsistas serão definidas em edital da Agência USP de Inovação e formalizadas em Termo de Outorga. A seleção será feita por análise de currículo e plano de trabalho, sendo exigida experiência na área do projeto de atuação.
Resolução nº 8809, de 28.05.25
Institui o Programa de Apoio aos Novos Docentes USP, reformulando e ampliando o antigo programa das Portarias PRPI nºs 861/2022 e 954/2024. O objetivo é oferecer apoio financeiro, condicionado à disponibilidade orçamentária, para docentes recém-admitidos em regime RDIDP ou RTC que tenham ingressado a partir de 1º de janeiro do ano da publicação da Portaria GR específica. O auxílio poderá ser utilizado em atividades iniciais de ensino, pesquisa ou extensão, mediante projeto aprovado por comissão estatutária e tramitado via sistema Atena. O programa será operacionalizado por meio de remanejamento orçamentário à unidade de lotação do docente e os valores e prazos específicos serão definidos por Portaria GR. Para 2025, o programa segue as regras da Portaria PRPI nº 1032/2025, e, a partir de 2026, serão também elegíveis os docentes ingressantes desde 01/01/2023 que ainda não tenham recebido auxílio similar.
Resolução CoG nº 8810, de 28.05.25
Altera a Resolução CoG nº 7825/2019, que trata da estrutura e competências das Câmaras do Conselho de Graduação. As principais mudanças são: a supressão do inciso IV do artigo 4º, a inclusão do inciso VII no artigo 6º, atribuindo às Câmaras a competência para analisar o mérito de solicitações de recursos para viagens didáticas “não estruturantes”, e a atualização do artigo 11, que agora revoga explicitamente diversas resoluções anteriores. A nova redação entra em vigor na data de sua publicação, revogando as disposições em contrário.
Resolução CoG nº 8811, de 28.05.25
Regulamenta o oferecimento de disciplinas em língua estrangeira nos cursos de graduação, reforçando a internacionalização como diretriz institucional. As unidades poderão ofertar disciplinas em idiomas estrangeiros, seguindo os procedimentos da Resolução CoG nº 7030/2014. Para disciplinas optativas livres ou eletivas, deve ser garantida oferta suficiente em português para a conclusão do curso, enquanto as obrigatórias em língua estrangeira devem ser oferecidas simultaneamente em português, com conteúdos idênticos. A divulgação das disciplinas em língua estrangeira deve conter nome, programa e informações exclusivamente no idioma da disciplina, acompanhadas de nota em português informando que o curso será ministrado em língua estrangeira. A resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogando disposições anteriores, incluindo a Resolução CoG nº 7071/2015.
– As disciplinas em inglês devem ser ministradas junto com as disciplinas em português. Os professores Funchal e André Vieira acharam isso um absurdo, pois seria uma “camisa de força” para o docente. Não temos disciplinas ministradas em inglês na PG.
Resolução CoG nº 8812, de 30.05.25
Instituiu o Comitê Local de Acompanhamento e Avaliação (CLAA) do Programa de Educação Tutorial (PET) como órgão responsável pela coordenação e interlocução do programa junto à Pró-Reitoria de Graduação. O CLAA é composto por tutores de grupos PET das áreas de Biológicas, Exatas e Humanas, docentes eleitos pelo Conselho de Graduação e Conselho de Cultura e Extensão, e representantes discentes bolsistas, com mandatos definidos e possibilidade de recondução. O Interlocutor Institucional, indicado pelo Pró-Reitor de Graduação entre docentes da USP, preside o CLAA e representa o PET junto ao MEC. Casos omissos são resolvidos pelo CLAA, com recurso possível ao Conselho de Graduação. A resolução entra em vigor na data de publicação, revogando a Resolução CoG nº 5801/2009.
E outros ofícios que não foram encontrados: Of. Circ. Gab-PRG-004, de 02.06.25 (sobre a semana de recepção); GR/CIR/159, de 27.05.25 (informando o prazo para submissão para análise de solicitação para nova contratação de docentes por tempo determinado- 13.06.25 – devido ao período de eleição reitoral); GR/CIRC/175, de 06.06.25 (Resultado do edital da chamada de propostas para o fortalecimento da infraestrutura de pesquisa científica).
Juan Munoz é Representante discente junto ao Conselho Técnico Administrativo do IFUSP desde 2024
Repasse da Reunião Ordinária da Congregação de 26 de junho
Os primeiros assuntos tratados foram sobre assuntos novos para deliberar. Os professores Alexandre Suaide e Leandro Gasques foram homologados como representante e suplente, respectivamente, do departamento de física nuclear, junto à CG. Os professores Yassuko Housome, do FEP, e Mário José de Oliveira, do FGE, tiveram o “Termo de Colaboração” renovado, sendo agora professores sêniores aposentados.
Mais pra frente foi mencionado o Plano de Gestão e Compartilhamento de Uso de Equipamento Multiusuário “Cluster de Computadores” coordenado pelo prof. Gustavo Dalpian, para o DFMT. Durante esse assunto foram comentadas ideias de ser organizada uma “federação dos clusters” do ifusp, a ser organizado pelo CCIFUSP, para facilitar a organização de todos os clusters do instituto.
Sobre os concursos que estão acontecendo no ifusp no momento: Houve a homologação do relatório final da comissão julgadora do concurso de ‘Cosmologia’ junto ao DFMA, no qual foi indicado o prof. Dr. Tiago Batalha de Castro; Foram aceitas as inscrições, e montada comissão julgadora, para o concurso na área de “Física Estatística” junto ao FAP (22 inscrições) e para o concurso de “Física da Matéria condensada Experimental ou Teórica” junto ao DFMT (42 inscritos). Também foram aprovados dois edital de abertura de concursos: “Física e Ciências dos Materiais Experimental”, junto ao DFMT, e “Física de Feixes de Íons com Baixa Energia em Nanotecnologia ou Materiais Quânticos”, junto ao DFNC.
Também foram apreciadas e aprovadas as alterações no Projeto Político Pedagógico, tanto do Bacharelado quanto da Física Médica.
O último assunto novo a deliberar foi sobre o projeto de uso da reserva técnica institucional FAPESP dos anos 2023-2024 no valor de R$ 3.238.547,22. Nesse projeto, aparecem vários tipos de gastos diferentes, desde questões estruturais, como banquetas de laboratórios didáticos, até roteadores novos. No entanto, alguns dos gastos são coisas específicas para grupos de pesquisa específica, como, por exemplo, envio de um equipamento para conserto no exterior. Essas mudanças intrigaram alguns professores, como o professor Antônio Figueiredo e a professora Ivone, que acabaram por comentar que acreditavam que os orçamentos institucionais deveriam ser focados em coisas gerais para o instituto e que os grupos deveriam ser autofinanciados. As motivações dos pedidos foram explicadas e entendidas pela maioria da congregação como justificáveis, já que o projeto foi aprovado pela maioria.
Adhara Guimarães é Representande Discente junto a Congregação e Presidenta do HackerSpace
Repasse da reunião do Programa Reitoria no Campus de 01 de Julho
Foi uma reunião consideravelmente pequena, porém com diversos temas debatidos. Dentre eles se destacam a extensão na pós graduação.
Os editais mais recentes para Pós-Graduação comentam sobre a realização de Atividades Extensionistas para pós-graduandos. Válido pontuar que esta não tem caráter obrigatório, o que gerou um debate acerca de como deve ser feito o reconhecimento destas atividades. Alguns representantes de distintos institutos sugeriram o reconhecimento por meio de créditos (a maneira mais comum de reconhecer atividades para a Pós), porém acreditam que esta não é a maneira adequada de tratar esta atividade. Comentaram sobre o fato desta ser uma ação totalmente voluntária, o que faria sentido para considerar esta uma Atividade Extracurricular a ser adicionada no histórico. A alternativa mais promissora apontada foi a de entender estas atividades bem como são enxergadas as Monitorias PAE (ao ser monitor PAE você consegue um certificado atestando que teve experiência com ensino), alegando experiência em Extensão (o que conferiria um diferencial nos históricos).
A discussão ficou muito centrada em como tratar essa questão, lembrando sempre que não há mínima possibilidade de remuneração para alunos extensionistas por ser uma atividade totalmente voluntária. Ainda financeiramente falando, questionaram a possibilidade de auxílio para os alunos pós-graduandos (para transporte, alimentação e afins), porém isso foi quase que instantaneamente deixado de lado ao se reforçar que esta é uma atividade voluntária. No que tange à um auxílio de transporte, disseram que é uma possibilidade e que isso já é ofertado para alunos da Graduação, porém sabemos que essa situação não se mantém na vida prática. Um exemplo é a falta de ônibus para a realização de atividades já existentes como o Giro Cultural ou as Visitas Monitoradas pelos Museus da USP, ou a isenção de transporte dos alunos participantes das atividades de Monitoria de Física e Matemática em Escolas Públicas.
Outro tema foi o oferecimento de atividades extensionistas (seja enquanto AEX ou disciplina extensionista), entende-se que não há obrigatoriedade de oferecimento por parte dos professores (o que os “aliviou”). A representante da PRCEU comentou sobre a necessidade de uma política de bom-senso por parte de cada faculdade no oferecimento destas atividades. Comentaram também sobre a possibilidade de prever isso na contratação de novos docentes, mas a conversa não foi levada tão adiante. Uma sugestão foi levar em consideração a oferta de extensão na hora de fazer a análise para Progressão de Carreira como uma forma de incentivo, o tema aparentemente já foi debatido na Comissão em questão e aparentemente vai ser levado adiante para o próximo Quadriênio.
Ainda sobre o oferecimento de AEX, sugeriu-se que as atividades oferecidas por cada instituto não só sejam o suficiente para os alunos deste, mas também que seja capaz de atender outros alunos interessados. Foi reforçada também a indicação de número de vagas e horas para as AEX, prezando sempre por algo com 40/50 alunos (a fim de otimizar o tempo de quem planeja a atividade) e com uma média de +50h, já que os dados apontam que estas são as atividades que mais são atrativas aos alunos.
Um próximo tópico foi o fomento monetário à Extensão. Como o primeiro programa só previa a existência de AEX, as disciplinas extensionistas não podem receber esse fomento. Além disso, ao que tudo indica, a PRCEU possui verba que pode ser distribuída para atividades extensionistas, porém a burocracia envolvida é sempre muito extensa e cheia de peculiaridades, o que geralmente dificulta o recebimento desta.
Tocando na questão de disciplinas extensionistas, ao contrário das AEX que são tidas como resolvidas (acreditam que está acontecendo um bom oferecimento de atividades extensionistas e que tudo à respeito destas já está certo ou minimamente encaminhado e basta ser revisto para o próximo programa), isso não se mostra verdadeiro sobre essas disciplinas: o programa ainda precisa ser atualizado para abrangê-las no fomento e é necessário maior fiscalização destas. Comentou-se sobre como surgiram muitas disciplinas extensionistas que apresentam carga horária que não reflete naquela realmente dedicada à extensão. A preocupação surge porque se não há vigilância por parte das próprias CCEX’s este pode se tornar um problema à nível Estadual, o que invalidaria a atividade realizada e permitiria até a anulação de diplomas.
Algo de menor interesse para os alunos, mas que também foi debatido, foi a visibilidade das Faculdades envolvidas no oferecimento da AEX. Algumas atividades são oferecidas por uma faculdade em conjunto com outra, porém a visibilidade vai quase integralmente para a faculdade de “origem”, o que impossibilita que os “colaboradores” submetam a atividade para premiações. Ficou como encaminhamento rever isso para o próximo programa e fazer as alterações necessárias nos sistemas Apolo/Júpiter.
Fazendo um apanhado final, existe muita coisa a ser trabalhada (e a PRCEU reconhece isso), porém o tom utilizado por todos os participantes da roda dá a impressão de que existe um bom oferecimento de extensão nas suas unidades de origem e que este é suficiente para os seus alunos. Enquanto isso, as disciplinas extensionistas e a existência de extensão para a Pós-Graduação são temas que ainda devem ser mais amadurecidos e bem trabalhados.
Júlia Beatriz é membro da Congregação