Repasse Financeiro – Outubro de 2025

Há uma dualidade no balanço de outubro. Esperávamos que, a essa altura, o rombo já tivesse desaparecido, mas, na realidade, só tivemos o “enterro” (metafórico) dessa dívida, que será resolvida apenas em novembro. Foi mais um mês intenso, marcado por retrabalho, especialmente na revenda dos estoques que ainda tínhamos. Essa situação impacta diretamente o fluxo de caixa, gerando preocupação, especialmente entre os membros mais fiéis da USP desde 1959.

Infelizmente, tivemos o afastamento do tesoureiro Ely Miranda, que estava em exercício. No entanto, é visível o grau de organização que ele deixou, o que permitiu que três pessoas assumissem a responsabilidade de articular os dados e finalizar com a expertise necessária para o bom funcionamento da tesouraria. Esse processo incluiu a profissionalização da área, com o auxílio de um contador especializado. Acreditamos que Ely retornará, mas, caso isso não aconteça, continuaremos o trabalho, assegurando o legado da sua gestão e reivindicando os avanços conquistados. A saúde financeira da entidade é crucial, pois é com esses recursos que conseguimos apoiar a comunidade IFuspiana e até mesmo oferecer proteção a pessoas perseguidas e torturadas pela ditadura.

Reforçamos que as alianças com o Movimento Estudantil foram fundamentais para a reconstrução do caixa. Esse processo culminou na confiança mútua e nas parcerias formadas por todo o campus. As políticas de redução de danos financeiros se concretizaram em diversas ações, como as atividades do DCE, a apuração de urnas, o lançamento da chapa para o Grêmio Popular da Poli, o IX Ativo da Capital e o balanço de ME (movimento estudantil). Embora nem todas as iniciativas tenham gerado impacto financeiro imediato, destacamos que apenas o IX Ativo da Capital e o ME geraram um lucro líquido de cerca de R$400 em apenas um dia de evento.

A reunião que aprovou a reabilitação e pequenos reparos no espaço Amélia Império teve um custo de R$994,66. Além disso, o festival HallowIF, que teve um custo de R$1.143,00, também contribuiu para a movimentação financeira. Embora tenha gerado um prejuízo de R$318,00, esse valor é irrisório, considerando que, após a Agostina, não havia outros eventos programados para a comunidade. O festival contou com a presença ativa de alunos e professores, que se integraram na mesma banda do evento, além de comidas preparadas e vendidas no local. Isso demonstra que o espaço está pronto para receber mais eventos como esse, que não apenas promovem festas, mas incentivam a cultura, o pertencimento e a união da comunidade.

Como mencionamos na edição de setembro, voltamos a receber o valor integral do aluguel, que foi de R$11.524,30. O restante das receitas veio das vendas de produtos. Algumas despesas deste mês ainda são provenientes da Agostina, totalizando cerca de R$2.035,50, que foram utilizados no pagamento das barracas e na compra de uma tina, que aparentemente desapareceu após o evento. Além disso, o valor de R$994,66 utilizado no espaço Amélia foram para: compra de tintas para pintar as paredes, sprays para criar algumas artes no espaço, um adaptador HDMI para RCA, para utilizar com TV de tubo, e também a aquisição de uma smart TV.

Todos os gastos estão devidamente registrados, com as respectivas notas fiscais. Nosso contador tem acesso a essas informações e, a partir delas, elabora as tabelas que estão disponíveis no site www.cefisma.com.br/transparencia. Se você tiver qualquer dúvida sobre esse processo, fique à vontade para conversar com os tesoureiros do CEFISMA Popular.

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