Repasses dos RDs – Maio e Junho de 2026

Repasse da Reunião Ordinária da Congregação de 28/05/2026

A 630ª reunião da Congregação do IFUSP teve como principais temas questões administrativas do Instituto, concursos docentes, homenagens simbólicas e, principalmente, a discussão sobre a retomada das atividades após a greve estudantil.

Logo no início da reunião, a direção explicou a inclusão da discussão sobre o Projeto Acadêmico na pauta suplementar. A diretora também informou que precisaria sair mais cedo para outra reunião e que levaria aos docentes a carta elaborada pelos representantes discentes sobre a condução da retomada das atividades após a greve, que foi lida durante a Congregação.

Entre os pontos aprovados, esteve a concessão de um diploma simbólico de homenagem póstuma à estudante Giovana Santos Oliveira, falecida em 2023. A Congregação também fez manifestações em sua memória e observou um minuto de silêncio.

Em seguida, foram tratados assuntos ligados à organização interna do Instituto, como indicações de docentes para comissões, renovação de colaboração de professor sênior (Prof. Dr. Manoel Robilotta, aprovado) e processos de concursos. Em um dos concursos docentes, foi discutida a inscrição de um candidato aprovado pela banca de heteroidentificação como pardo, mas de cidadania peruana. A dúvida levantada foi se ele poderia concorrer como candidato PPI. Após discussão sobre as bases legais, a Congregação aprovou o parecer mantendo a inscrição do candidato nessa modalidade.

O ponto de maior interesse direto para os estudantes foi a leitura de uma carta dos representantes discentes da Congregação sobre a greve e a retomada das atividades acadêmicas. A carta reafirmou que a greve foi deliberada pela Assembleia Geral dos Estudantes da Física e destacou pautas como aumento do PAPFE, revisão dos critérios de sustentabilidade e paridade nos conselhos, além da retirada da minuta sobre espaços estudantis e da demanda por melhores condições nos restaurantes universitários.

Os RDs defenderam que a volta às atividades precisa ser organizada de forma a evitar prejuízos acadêmicos aos estudantes. O documento pede que não sejam aplicadas provas durante a greve nem imediatamente após seu encerramento, especialmente antes de haver reposição efetiva de conteúdo. Caso algum docente mantenha avaliações nesse período, os representantes solicitaram que sejam oferecidas avaliações substitutivas extras.

A carta também pede que o IFUSP adote uma posição formal de não-retaliação aos estudantes que participaram da greve, reconhecendo o direito de manifestação deliberado em assembleia. O texto lembra ainda que, em 2023, a direção do Instituto já havia assumido o compromisso de orientar boas práticas de reposição de aulas e avaliações após a greve, e solicita que esse compromisso seja reafirmado agora pela Congregação.

Ao final, a carta foi lida em plenário e encaminhada para ser apresentada pela diretora em reunião com os docentes. Para os estudantes, esse foi o principal encaminhamento político da reunião: a tentativa de garantir uma retomada organizada, com reposição de conteúdo, respeito ao movimento estudantil e proteção contra retaliações acadêmicas ou administrativas.


Texto da carta lida na Congregação:

Prezadas e prezados membros da Congregação do IFUSP,

Nós, representantes discentes da congregação, não viemos a esta sessão justificar a greve, que foi deliberada na instância que cabe à categoria estudantil decidi-la: a Assembleia Geral dos Estudantes da Física, instância soberana dos estudantes do IFUSP, que aprovou a adesão em 17 de abril e vem desde então fazendo diversas assembleias que mantiveram essa posição. Os estudantes o fizeram por acreditarem na importância das pautas levantadas pelo DCE da USP e sua relevância direta aos estudantes do IF – com destaque ao aumento do PAPFE, à revisão dos parâmetros de sustentabilidade e paridade nos conselhos e ao fim da minuta dos espaços estudantis – e na capacidade do método de greve de conquistá-las. Porém, chegou à atenção dos representantes discentes que, no nosso instituto, a greve tem gerado diversos tensionamentos, principalmente entre estudantes e docentes. Assim, viemos por meio desta carta propor que esta congregação fixe coletivamente os termos de uma retomada que preserve, ao mesmo tempo, a vida acadêmica do IFUSP e a integridade de seus estudantes.

É sabido por todos os professores, independentemente de sua posição em relação ao movimento estudantil, que o fim repentino e sem planejamento desta greve gerará um grande conflito e um prejuízo enorme tanto para os estudantes quanto para a comunidade IFUSPiana como um todo. A readequação do calendário acadêmico de 2026 está encaminhada como pauta de sessão extraordinária do Conselho de Graduação, a ser convocada após o fim da greve, com compromisso expresso do Pró-Reitor de Graduação, em sessão do dia 21 de maio, e parecer favorável de diversas Comissões de Graduação pela extensão do calendário do $1^{\circ}$ semestre de 2026.

Em vista dessa grande possibilidade de mudança, reiteramos a esta Congregação, em nome da representação discente, a solicitação de que não sejam aplicadas atividades avaliativas em formato de prova durante o período da greve geral dos estudantes nem no intervalo imediatamente seguinte ao seu encerramento, de forma que penalize quem exerceu o legítimo direito à greve. Porém, caso os docentes insistam na aplicação de provas neste período, solicitamos que a diretoria oriente esses docentes para que sejam aplicadas avaliações substitutivas extras para cada uma das avaliações dadas neste período. Sugerimos também que se observe, ainda, um intervalo razoável e não-avaliativo após o encerramento da greve, suficiente para a reposição efetiva de conteúdo antes da retomada das avaliações.

Sobre isso, o IFUSP já tem precedente próprio. Em 2023, a Direção do Instituto comprometeu-se a sugerir e orientar as boas práticas de reposição de aulas e de avaliações, de modo a minimizar as perdas dos estudantes no período de greve. Pedimos que a Congregação reafirme esse compromisso e o aprofunde, agora na forma de uma posição formal deste colegiado, à altura do momento que o Instituto atravessa.

Visando ainda a legitimidade da greve estudantil, não entrando em mérito de se foi bem colocada ou com boa estratégia, gostaríamos de solicitar uma posição do instituto de não-retaliação com os estudantes envolvidos. Com isso, solicitamos que a Congregação afirme que o exercício de manifestação dos discentes, deliberado em assembleia, não será objeto de retaliação acadêmica, administrativa ou judicial contra os estudantes que dele participaram.

Permanecemos à disposição do plenário para envio de possíveis esclarecimentos aos estudantes que podem respondê-los corretamente, dentro do espírito de diálogo que deve permear a vida acadêmica.


Sobre os autores:
Francisco M. Neto, Guilherme Aciron, Giovanni Chakmakian e Julia Beatriz são representantes discentes da Congregação.


Repasse da Reunião do Grupo de Trabalho Restaurantes Capital de 09/06/2026

Apresentaram-se os membros do GT (grupo de trabalho) Restaurantes Capital (conhecido como “GT Bandejão”), que podem ser vistos na portaria PRIP nº 028. Entre eles, especialistas em alimentação/nutrição, saúde pública, funcionalismo público, economia e análise de dados.

A reunião se deu de forma bem aberta e todos puderam falar. Durou uma hora e abordou os objetivos gerais:

  1. Juntar e analisar estudos prévios.
  2. Discutir cardápio, gestão, contratos, licitações e fiscalização no andamento desses.
  3. Discutir formas de diálogo entre os usuários dos restaurantes e os trabalhadores para reportarmos os problemas encontrados.
  4. Compra e manutenção de ferramentas de trabalho (como lavadoura de louça – quebrada no RU da Química).

A professora Betzabeth e os alunos do quadrilátero da saúde e direito se juntaram previamente e fizeram um documento (ainda nas fases iniciais) sobre algumas possibilidades de mudanças, considerando o documento utilizado pela Faculdade de Medicina na abertura de seu RU. Entre as possibilidades, encontra-se a de utilizar da lei 14136 de 2021 para que a comida dos restaurantes seja proveniente de agricultura familiar, assim como 40% das escolas do município de São Paulo já o fazem (portanto, existe precedente jurídico de como fazer).

Perguntamos sobre estudos da reitoria em relação a alimentação na universidade e comparações de gastos e qualidade entre o restaurante estatizado e o privatizado. Informaram que foi pedido muitos dados, sem retorno das conclusões, mas que iriam averiguar isso para a próxima reunião. As representantes da PRIP disseram que já pensaram em algumas das ideias discutidas, mas não tiveram andamento e que esse GT as fortaleceriam. Além de dizerem que precisam ser discutidos:

  • Número de funcionários para não haver sobrecarga de trabalho;
  • Fiscalização (análise qualitativa e quantitativa custos);
  • Agricultura familiar;
  • Nova gestão (contratação ou tipo de gestão) para os restaurantes.

Ficamos (todos do GT) de colocar todos os documentos que tivermos (estudos e/ou levantamentos prévios sobre os restaurantes) num drive compartilhado. Assim, os funcionários da PRIP podem olhar com calma e dar um retorno sobre factibilidade das ações na próxima reunião, que iniciará com uma apresentação da parte burocrática e jurídica pelos funcionários Pedro e Eduardo, além de uma apresentação das duas representantes da PRIP, Cibele e Maria Aparecida, para explicar como funciona o gerenciamento dos 10 restaurantes que estão sobre sua jurisdição (9 na capital mais o do campus de Lorena), estando o restante sobre jurisdição da prefeitura de seu respectivo campus.

Dado o contexto, é extrema importância nos reunirmos e juntarmos os acúmulos para que eu e a Triz Persoli (representantes no GT) possamos levar nas próximas reuniões. Tem ideias ou habilidades em análise de dados e quer ajudar? Entre em contato com a gente! E fique atento aos próximos eventos de discussão!

Sobre o autor:
Gabrielle Maia Gimenez é membro do CEFISMA e represente discente da pós graduação neste grupo de trabalho.


Repasse da Reunião Ordinária do Conselho Técnico-Administrativo de 11/06/2026

Dos assuntos para referendar, dou destaque ao processo para a contratação de um docente como Professor Contratado III junto ao Departamento de Física Matemática (DFMA), em que o nosso colega Francisco Mariano Neto foi aprovado, parabéns!

Das deliberações, dou destaque à prorrogação do afastamento da professora Barbara Lopes Amaral. A professora está afastada desde 01/08/2025 realizando pesquisa no Centre for Quantum Information and Quantum Control (CQIQC) da Universidade de Toronto, o afastamento original era de 1 ano e foi pedida a prorrogação até 31/07/2027. A principal questão sobre esse pedido de prorrogação seria a carga didática, visto que era esperado que a professora Barbara Amaral já estivesse no Brasil no próximo semestre. Porém, o DFMA se comprometeu a ter um docente para substituí-la na carga didática, ou seja, um docente para cumprir tanto as suas horas quanto às horas da professora Bárbara e, assim que a professora retornasse, ela cumpriria essas horas faltantes pegando tanto a sua carga obrigatória quanto cobrindo a carga do professor que a substituiu. Desta forma, foi aprovada a prorrogação do afastamento.

Das comunicações dos membros, foi avisado que dos resultados da prova do ENADE, o curso de licenciatura do IFUSP ficou com nota 4 de 5. Além disso, a representante discente (eu, que vos escrevo), comunicou o fim da greve dos estudantes do IFUSP (em 2 de junho) e dos estudantes da USP (em 8 de junho). Além disso, também foi pedido pela representante discente que os professores seguissem com as sugestões feitas pelos RDs da Congregação na carta lida na reunião ordinária de 28/05; visto que essas sugestões foram acatadas pelos docentes em uma reunião entre eles e a diretoria do instituto.

Sobre o autor:
Triz Persoli é RD do CTA e aluno do bacharelado em física.


Repasse da Reunião Ordinária da Comissão de Graduação de 19/06/2026

A reunião iniciou com a apresentação do convidado, chefe de departamento da MAP (matemática aplicada), professor Eduardo Colli, sobre a criação de uma habilitação em física para o curso de matemática aplicada. A habilitação contará com 10 vagas, distribuídas igualmente entre diurno e noturno, e tem o propósito de completar a formação matemática com um maior conhecimento da área específica. A seleção da área ocorre a partir do quarto semestre e conta com diferentes linhas possíveis entre as matérias da física, com os pré-requisitos ajustados.

No que se refere ao processo atrasado de renovação do curso do bacharelado, foi recebida (e respondida) uma diligência com respeito ao PPP (projeto político pedagógico). O encaminhamento não afeta diretamente a carga de disciplinas ordinárias e extensionistas do curso. No que tange a impossibilidade de emitir diplomas, a comissão destaca que, de acordo com a reitoria, mesmo nessas condições será possível realizar a colação de grau, com comprovante de conclusão do curso e histórico, possibilitando a inscrição dos recém formados em programas de pós-graduação. Sobre a renovação da licenciatura, o resultado da nota no ENADE (Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes) se mostrou acima do corte para a renovação do curso. Com respeito à física médica, houve uma alteração do PPP, referente à primeira renovação do curso, que agora, já aprovado e em andamento por 4 anos, consolida no tempo presente os planos previstos no antigo PPP.

Pautando o retorno às aulas no período pós greve, foi repassado o encaminhamento do CoG (Conselho de Graduação) sobre a alteração dos calendários. Na física, a data limite de emissão da primeira e segunda avaliação (nota final na disciplina com e sem a recuperação, respectivamente) se alteraram para o dia 31/07, após o término da segunda interação de matrícula. Em função disso, o período de requerimento foi postergado para 3/08 – 7/08. Em termos de aula, os professores não serão obrigados a aderir ao novo calendário, e a reposição ficará a critério do docente. Não há uma conduta definida para o processo de trancamento de disciplinas fora de prazo, cada caso será avaliado individualmente levando em consideração a excepcionalidade da greve. O processo de exclusão de disciplinas e/ou matrícula em disciplinas, não foi considerado necessário para aplicação na física. Ademais, em função da situação atípica, foram revisadas as regras para inscrição em disciplinas de reoferecimento, estas que eram dedicadas a reprovações por nota próximas ao corte de aprovação, agora são flexibilizadas para analisar a situação de cada aluno.

Sobre o autor:
Murilo Trevisan é RD da Comissão de Graduação e aluno do bacharelado em física.


Repasse da Reunião Extraordinária da Comissão de Inclusão e Pertencimento de 24/06/2026

A Comissão de Inclusão e Pertencimento do IFUSP (CIP) realizou uma reunião extraordinária para tratar de assuntos que estavam pendentes, já que a demanda sobre a comissão tem crescido bastante e o tempo das reuniões ordinárias não tem sido suficiente.

A Diretora do IFUSP participou do início da reunião para conversar sobre os acontecimentos relacionados à última greve estudantil e sobre a atuação da CIP em situações de conflito. Um dos pontos reforçados foi a necessidade de a comissão consolidar um protocolo para recebimento e encaminhamento de denúncias, de modo que os casos possam ser tratados com mais agilidade e clareza. A Diretoria também defendeu que, sempre que possível, conflitos sejam inicialmente abordados por meio de diálogo, intermediação ou mediação, antes da abertura de procedimentos formais. A comissão informou que esse protocolo já está em elaboração.

Outro ponto importante foi a discussão sobre adaptações para estudantes TEA/TDAH em situações de avaliação. Foi solicitado à Diretoria que o IFUSP disponibilize uma vaga de monitoria vinculada à CIP, para apoiar docentes em casos em que estudantes precisem realizar provas em condições específicas, como sala separada ou acompanhamento adequado. A Diretoria concordou com a criação dessa vaga, com a indicação de que o monitor também auxilie a comissão em levantamentos e registros de dados, ajudando a documentar futuras demandas com base em evidências.

A reunião também tratou das tensões geradas durante e após a greve. Discutiu-se o que pode ou não ser caracterizado como retaliação contra estudantes, assim como a importância de canais institucionais para apresentar demandas à Diretoria, às comissões e à Congregação. A Diretoria afirmou que pretende manter uma política restritiva em relação a piquetes, alegando preocupações de segurança em situações de emergência.

A representação discente destacou que estudantes e docentes ocupam posições assimétricas em situações de greve. Enquanto docentes têm maior autonomia para reorganizar aulas e avaliações após uma paralisação, estudantes dependem das decisões dos professores e das instâncias do Instituto para garantir reposição de conteúdo e condições justas de avaliação. Segundo a Diretoria, a maior parte dos docentes tem se mostrado aberta a adaptações no período pós-greve, embora ainda existam casos de resistência. O encaminhamento geral foi reforçar o diálogo entre estudantes e professores, com possibilidade de mediação quando necessário.

Também foi discutido um caso envolvendo pedido de acesso a imagens de câmeras de segurança para identificação de estudantes. A Diretoria informou que, por padrão, não autoriza esse tipo de solicitação diretamente. Segundo ela, pedidos dessa natureza devem seguir o trâmite regimental, com justificativa adequada e encaminhamento por comissão competente. Nesses casos, o setor responsável deve responder às informações solicitadas, sem necessariamente ceder as imagens.

Após a saída da Diretora, a reunião continuou com uma discussão sobre conflitos entre estudantes e docentes. A representação discente apontou a necessidade de mecanismos melhores de mediação quando o diálogo direto com o professor não é suficiente. Foi mencionado o caso de uma disciplina em que estudantes relataram problemas recorrentes com o nível de exigência e a aderência à ementa. Como esse tipo de questão envolve diretamente a organização das disciplinas, foi indicado que o encaminhamento principal deve passar pela Comissão de Graduação e pelas CoCs, com a CIP atuando como apoio institucional quando houver impacto sobre inclusão, pertencimento ou condições adequadas de permanência.

Outro tema discutido foi uma consulta da Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento sobre a Resolução n$^{\circ}$ 8434/2023, que trata de candidatos PPI em concursos docentes. A representação discente sugeriu que os editais deixem explícito que a condição de pessoa preta ou parda deve ser considerada independentemente da nacionalidade do candidato, especialmente à luz de uma discussão recente na Congregação envolvendo um candidato estrangeiro aprovado pela banca de heteroidentificação.

Como a reunião já passava de duas horas, os demais itens de pauta foram deixados para o próximo encontro. Entre eles, permanece como ponto central a definição do fluxo de recebimento, análise e encaminhamento de denúncias e pedidos recebidos pela CIP.

Para os estudantes, os principais pontos da reunião foram: a criação de uma monitoria vinculada à CIP para apoiar adaptações em avaliações, a discussão sobre garantias no período pós-greve, a defesa de mecanismos de mediação em conflitos com docentes e a elaboração de um protocolo mais claro para atuação da comissão.

Sobre o autor:
Francisco M. Neto e Milena Lima Stoco são RDs da CIP.

👀 Não perca as Novidades do IFUSP!

Não fazemos spam! Vamos te enviar APENAS um email por semana com as atualizações de repasses e/ou postagens da semana.

Abrir bate-papo
1
Escanear o código
Olá 👋
Vem falar com o Cefisma!